quarta-feira, 20 de junho de 2007

éter na mente



quando te aliso
a pele lisa,
te faço brasa
em plena brisa,
visualizo
a tua bruma,
breve e imprecisa,
doce espuma,
então deslizo,
e sem aviso,
toco teu corte
mais que preciso,
sem improviso,
sou raio, sou riso,
chovo granizo,
quando te aliso
a pele nua,
eternizo.

foto: edna medici.

9 comentários:

Márcia(clarinha) disse...

és o bálsamo para a pele que toca e o poeta preferido para os olhos que lêem.
lindos dias,querido poeta
beijosssss

poeta matematico disse...

É, Múcio...

Vc permanece fantástico. Desculpa a sumida, mestrado é foda. A gente estuda pra caralho..

rsrssr

Abraços e obrigado pela visita

diovvani mendonça disse...

A musa
que você
eterniza,
é a poesia.
AbraçoDasMinas.

Antônio Alves disse...

Teu poema repente é de muito bom gosto, em busca do sufixo perfeito e universal. Há braços!


Antônio Alves
No Passeio Público
Postagens às quartas e domingos

Thi disse...

na mente ficou!

Clóvis disse...

Mas que beleza de poema!
Estas viagens rimadas são tão boas de ler...
Cantei-te.




Abraço.

Sofia Loureiro dos Santos disse...

Mais um lindíssimo poema.

Sandra Regina de Souza disse...

Deliciosamente musical:
os ecos se perpetuam.. me tatuam os ouvidos com esta melodia visceral!!
Que poema!!!!!!!!!! É o que tem a dizer essa sua mais fã!!
Bjssss

Cristina Loureiro dos Santos disse...

Como me encantam as tuas palavras, Múcio!